Em meio à guerra no Congo, Gideões 24h mantém torres de oração ativas e fortalece igrejas locais
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Mesmo diante de décadas de guerra, insegurança e perseguição religiosa, o trabalho do ministério Gideões 24h Diante do Senhor continua ativo no leste da República Democrática do Congo, mobilizando igrejas e cristãos em um movimento contínuo de oração e intercessão.
As informações foram compartilhadas pelo pastor Ndjibu Alphonse, responsável pelo trabalho dos Gideões na cidade de Bukavu e em outras regiões do país.
Segundo o líder, a situação no leste do Congo continua delicada devido a um conflito que já dura mais de 30 anos. De acordo com ele, a guerra envolve interesses territoriais e econômicos ligados à região, especialmente em relação ao controle de áreas estratégicas e de recursos minerais.
Igrejas afetadas pela guerra
O pastor relata que, ao longo dos anos, diversas igrejas foram impactadas diretamente pelos conflitos. Algumas comunidades cristãs tiveram templos destruídos, sofreram bombardeios e, em determinados períodos, foram impedidas de realizar cultos.
Mesmo com uma pequena melhora recente no cenário de segurança, ainda existem restrições impostas pelas autoridades locais. Atualmente, vigílias de oração não são permitidas, e atividades como subir aos montes para orar também estão proibidas. Além disso, existem horários específicos autorizados para cultos, reuniões e momentos de intercessão.
A adaptação das torres de oração
Diante desse cenário, os Gideões 24h reorganizaram o funcionamento das torres de oração para manter o clamor ativo sem comprometer a segurança dos fiéis.
Segundo o pastor Ndjibu, cada comunidade ou denominação integrante do ministério passou a assumir a responsabilidade pela torre de oração em dias específicos da semana, funcionando em sistema de revezamento de segunda a domingo.
Os movimentos de oração seguem acontecendo diariamente, em horários alternados e adaptados às exigências de segurança estabelecidas pelas autoridades locais.
A oração como arma espiritual
Mesmo em meio às dificuldades, os cristãos congoleses continuam firmes na fé. O pastor afirma que as igrejas têm respondido positivamente ao programa de oração, compreendendo a intercessão como uma arma espiritual diante da violência, da insegurança e das perdas causadas pela guerra.
“O programa da torre de oração dos Gideões 24 horas tem impactado as igrejas e os cristãos, mantendo-os ativos na presença do Senhor, apresentando suas necessidades e buscando solução para essa guerra”, relatou.
Segundo ele, os fiéis permanecem perseverantes em oração, crendo que Deus pode transformar situações e trazer resposta para os desafios enfrentados diariamente.
União entre as nações
O coordenador dos Gideões no Congo também agradeceu pelas orações vindas do Brasil e de outras nações, destacando a importância da unidade do Corpo de Cristo em tempos difíceis.
Ele mencionou ainda o apoio espiritual recebido da pastora Ângela Valadão, com quem mantém contato constante sobre o andamento das torres de oração e a situação das igrejas no país.
Fé que permanece em meio à crise
Apesar das limitações impostas pela guerra, o trabalho dos Gideões 24h Diante do Senhor segue fortalecendo igrejas, encorajando líderes e mantendo viva a chama da intercessão no Congo.
Em meio à violência, às restrições e às incertezas, cristãos continuam se reunindo para orar, crendo que Deus permanece no controle de todas as coisas e que a oração continua sendo um instrumento poderoso de transformação para as nações. Seja um mantenedor das missões dos Gideões 24h. Faça sua doação através do PIX: CNPJ 09.224.631/0001-69
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